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Brasil avança com 13 milhões de empregos
29/06/2010
Os sete anos de governo do presidente Lula elevaram o Brasil a um novo patamar de desenvolvimento econômico e de distribuição de renda. Lula mostrou que é possível governar para todos sem trair os interesses dos mais pobres, aliando integração econômica com justiça social. Depois de anos de desemprego, de sucateamento de setores da indústria nacional e de privatizações malfeitas, fruto da política neoliberal do governo FHC, o Brasil gerou 13 milhões de empregos com carteira assinada. A previsão até o final do ano de 2010 é criar 15 milhões de novas vagas.
A cada conquista, o Brasil avança e a vida da população melhora. Em maio, todos os 25 subsetores de atividade econômica expandiram o nível de emprego, com 14 deles revelando saldos recordes. Entre os setores, os destaques em números absolutos ficam com Serviços (86.104), Agricultura (62.247), Indústria de Transformação (62.220), Comércio (43.465) e Construção Civil (39.082). A pujança econômica não é gerada apenas pela Indústria que apresenta crescimento de 82%. Hoje, o país cresce também por meio de Serviços, Comércio e Construção Civil.
O Brasil não é mais o país do futuro. É o país do momento. O Nordeste, por exemplo, atingiu saldo recorde com 45 mil vagas, somente no mês de maio. No mesmo período, o Centro Oeste gerou 16 mil vagas, Norte, 11 mil, Sul, 34 mil e Sudeste, 189 mil, sendo que São Paulo obteve o segundo melhor desempenho com a geração de 98 mil vagas.O resultado é consequência da forte geração de empregos nos setores de Serviços, com 30.313 postos, da Indústria de Transformação, com 22.755 postos, da Agropecuária, com 22.608 postos e do Comércio, com 16.989 postos.
Este é o balanço dos sete anos do governo Lula, que transformou o país na oitava economia do mundo. O Brasil atingiu o sexto melhor Produto Interno Bruto (PIB) entre os países ricos e principais emergentes do grupo (G20). Também alcançamos destaque na economia mundial. Em 2005, a dívida externa foi paga e o Brasil se tornou credor do Fundo Monetário Internacional. O País emprestou R$ 10 bilhões ao FMI para combater a crise mundial.
Com a criação de políticas públicas direcionadas à igualdade social, o governo Lula conseguiu reduzir 16% o número de favelas, entre 2000 e 2010, melhorou a vida de 10,4 milhões de pessoas e reduziu substancialmente a desigualdade social. A classe média (Classe C que tem renda de R$ 1.115 a 4.807) passou de 62,7 milhões para 92,8 milhões, parcela que corresponde a 46% da população brasileira.
O Brasil precisa prosseguir com esta mudança!
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